segunda-feira, junho 22, 2015

# #Feelings

#Feeling: PARTES INACABADAS DO MEU SER

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Até os 15 tudo que queria na vida era trabalhar com moda, ok! Eu não queria ser a Anna Wintour ou o Karl Lagerfeld, para quem não os conhece a primeira é a it da Vogue e o segundo da Channel, queria apenas trabalhar com moda e ser uma estilista, não precisava ser famosa, precisava ser estilista. Mas meus planos foram por água a baixo junto com uma saia lápis que infernizou minha vida por não conseguir tirá-la do papel. Então decidi que seria apenas mais uma das milhões de apaixonadas por moda, que agora deseja apenas todos os livros de moda que o mundo pode ter, juntamente com uma grife, apenas. Como se fosse simples assim.

Depois disso decidi que iria colocar meus pés no chão e seria psicóloga, porém, gostar dos livros de Augusto Cury não me tornaria uma estudante de psicologia, como não tornou, não me via em um ambiente escolar ou hospitalar, ainda não me vejo, mas sinto falta de algo estável na minha vida. Às vezes durante a faculdade eu ainda sentia falta desta estabilidade, o que me fez muitas vezes pensar em desistir do que escolhi para trabalhar assim.

Mas, cá estou eu, indo para o quarto período de Jornalismo e quer saber? Não consigo saber se fiz a escolha certa, e nunca saberei, porque não sou vidente e porque o futuro a Deus pertence. Vou vivendo um dia de cada vez, descobrindo aos poucos quem eu sou e o que mais vou sentir falta na vida. Não consigo me largar das palavras, nem da moda, nem dos livros de psicologia e muito menos da missão de compartilhar histórias, seja de moda, seja de guerra ou de amor, para isso eu também quero escrever muitos livros.

Uma parte de mim que também precisa se desenvolver é meu lado de web designer, preciso voltar a me dedicar de verdade a minha vontade de aprender a fazê-los. É uma coisa que sempre amei e estou largada há muito tempo. Mas sabe do que hoje eu mais tenho saudade? Das minhas tardes com apenas papel e caneta, ou papel e lápis de cor, de todas as vezes que passava desenhando manequins ou roupas, imaginando desfiles ou histórias que nunca contei a ninguém, a não ser minha irmã.

Na verdade, tudo que quero é finalizar os milhões de projetos que comecei ao longo da vida, é conseguir conciliar todas as partes do meu ser, é por em ordem a bagunça que chamo carinhosamente de meu ser. E se tudo der certo, não faz mal querer ser a assessora da Anna Wintour.

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