quarta-feira, julho 15, 2015

# #Feelings

#Feelings: 1.9 NÃO FAZ DIFERENÇA, FAZ?



Hoje parei para pensar sobre maturidade e o que a definiria. Sei bem que a idade em nada poderia interferir nisso, pois existem jovens mais crianças que as próprias. Sei também que contradizendo o dito anterior, podemos ser maléficos quando motivados por espírito de vingança, sei que a sensação é boa, mas ainda assim é um prato que se come frio.
Para ser sempre jovem, mesmo possuindo esta alma antiga, que anseia paz, conforto e muitas horas de sono.

Ás vezes penso em mudar, desistir e simplesmente fazer acontecer, mas, não sou essa revolucionária prática, sou sim, a mecanização da teoria, o sem expressionismo, a falta e a revolta, a bipolaridade e a polaridade, a curva e a reta, os opostos que nem se completam nem se atraem, o bem e o mal, o antes e o agora, o bem e o mal, a filosofia e a matemática, a incógnita e os verbos no infinitivo.

Talvez nossa natureza seja realmente boa e se corrompa no decorrer do caminho, ou simplesmente o desejo de permanecer jovens faz de nós corajosos, não vou me abster em debates de caráter filosófico, mas vou me deixar levar pelo simples desejo de ser para sempre jovem, de arriscar, de me permitir falar, fazer e fazer o que quiser sem me importar realmente com quem não irá gostar, quero ter a chance de ser quem sou, voltar a escrever, voltar a me sentir bem sendo isso, sendo assim.

A maturidade talvez exista apenas para quem acredite nela, talvez seja como minha tia-avó um dia me disse: O amor é uma flor roxa, que nasce no coração dos trouxas, não sei bem se isso se encaixou na lógica matemática, mas talvez eu não tenha sido criada para me encaixar, para ser obvia, para ser simples, para ser perfeitamente ajustada aos padrões de maturidade imposta, talvez eu tenha sido criada apenas para ser feliz.

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